Entrevista com o diretor Joe Johnston – Capitão América


Detalhando a criação de Steve Rogers magro, comparando seu Rockteer com Capitão América: O Primeiro Vingador, e muito mais, uma recente entrevista com o diretor de Capitão América.

P: Você tinha alguma afinidade particular com o Capitão América, antes de assinar contrato para dirigir este filme?

R: Joe Johnston: Eu estava certamente ciente do caráter do personagem, mas não fui um leitor regular de quadrinhos. Eu não vi isso como uma desvantagem de qualquer tipo. Eu era capaz de abordar o personagem com um ponto de vista mais objetivo do que alguém que se chamaria um fã. Uma vez que eu assinei para o projeto, eu fiz um monte de investigação, focando as várias facetas do personagem desde a primeira edição em 1940.

P: Quais foram os desafios ao abordar um filme de época contra um cenário moderno?

R: Joe Johnston: Adaptações de quadrinhos são desafiadoras para as sequências de ação e referências da cultura pop, especialmente quando você tenta alcançar um público mais jovem. Eu sempre tento ser fiel ao período ao fazer um filme que se sente contemporâneo em seu estilo. Ambos Capitão America e The Rocketeer ocorrem aproximadamente no mesmo período final dos anos 30 e começo dos anos 40 eu sempre amei os elementos visuais do período:. os carros, arquitetura, vestuário, e o sentimento que parece que perdemos um grande estilo. Tivemos o cuidado de construir a beleza e a paixão no mundo ao nosso redor.

P: Será que por Rocketeer, não ser conhecido, enquanto o Capitão América tem um número de fãs mais elevado, fazem dele um personagem mais fácil para um filme?

R: Joe Johnston: Quanto maior a quantidade de fãs mais dificil se torna tanspolo. Não são apenas noções preconcebidas, há elementos do personagem que é praticamente considerado sagrado pelos fãs. O desafio está em reinterpretar o personagem de história em quadrinhos para a tela do cinema . Você pode sair com um monte de ação em uma página de quadrinhos, e o leitor irá preenchera os espaços vazios, cineastas não têm esse luxo.

P: Você teve que se preocupar em dar continuidade as relações relatadas em outros filmes da Marvel ao fazer o Capitão América?

R: Joe Johnston: Há personagens que aparecerão em quase todos os filmes do Universo Marvel. Eu tinha mais flexibilidade, porque o Capitão América acontece em um período diferente. Há referências a outros filmes que os fãs vão notar, mas quem não é familiarizado nem vai notar. Basicamente, eu acho que todos os filmes têm seus próprios

P: Como você fez o Chris Evans ficar magro para interpretar Steve Rogers antes dos raios vita?

R: Joe Johnston: Foram utilizadas duas principais técnicas. A maioria dos efeitos foram feitos por uma empresa chamada L.A. LOLA que se especializa em “cirurgia plástica”. A técnica envolveu Chris diminuir Chris em seu conjuntos.Filmamos cada cena Steve magro, pelo menos, quatro vezes, uma vez com (Chris e seus colegas atores em cena), uma vez com (Chris sozinho na frente de uma tela verde) seu corpo poderia ser reduzido digitalmente, com (todos em cena) mas sem Chris de modo que o Steve magro poderia ser re-inseridos na cena, e, finalmente, com um dublê imitando as ações de Chris.

Caso a segunda técnica fosse necessária. Quando Chris teve que interagir com outros personagens na cena, tivemos que diminuir ou aumentar os outros atores colocando caixas ou passarelas elevadas para fazer Steve magro mais baixo em comparação aos outros. Para close-ups, Chris “tinha de olhar para as marcas em seu queixo que representavam seus olhos após o processo de encolhimento e Chris tinha de olhar para as marcas nos topos da cabeça dos atores para representar seus olhos. quando se tornasse o super soldado. Estas marcas, em seguida, tiveram que ser removidos digitalmente na pós-produção.

A segunda técnica seria usar a cabeça de Chris no corpo de um dubê. Esta técnica foi usada principalmente quando Chris estava sentado ou deitado, ou quando exigia um mínimo de desempenho físico. Infelizmente, o corpo do dublê provou ser demasiado grande e geralmente tínhamos a encolhe-lo, antes que pudéssemos colocar a cabeça de Chris sobre o corpo. Ambas as técnicas foram demoradas e imensamente complicadas para a equipe de efeitos visuais, mas o resultado final é bastante surpreendente


P: Você já apareceu em algumas convenções de quadrinhos para promover o filme? Você gostou da troca de opiniões com os fãs de quadrinhos?

R: Joe Johnston: Gosto de interagir com as pessoas que amam os filmes, se eles também são fãs de quadrinhos, isso é ótimo. Eu gosto de desafiar as noções pré-concebidas dos fãs sobre o personagem. Só porque um personagem é desenvolvido nos quadrinhos de uma certa maneira, isso não significa que agradara o grande público. Descobri que os fãs geralmente são inteligentes e apaixonados não só por quadrinhos.

P: Capitão América provou ser um personagem difícil de traduzir para o cinema? Você asistiu as produções anteriores?

R: Joe Johnston: Eu assisti um pouco de cada uma das tentativas anteriores. Eles foram feitos para a TV e não tinham por tras de si a Marvel como produtora, então eu vou culpar as deficiências por causa de um orçamento mínimo. Houve plena concordância de todos na Marvel que se fizessemos a história da origem do Capitão América fariamos com qualidade. Fomos retirando todos os obstaculos para fazê-lo direito. O resultado final é um filme que é incrivelmente rico em ação.

P: Existem outros heróis de histórias em quadrinhos que você estaria interessado em trazer para a tela grande?

R: Joe Johnston: Eu adoraria fazer uma sequência The Rocketeer. O filme não se saiu tão bem nas bilheterias como todos nós esperávamos, mas ele resistiu e gerou um seguinte. Foi muito divertido e eu adoraria re-explorar o mundo de Cliff Secord. Se existem outros heróis de histórias em quadrinhos que tenham uma história humana como Steve Rogers, eu estaria interessado. Muitos filmes de histórias em quadrinhos contam com os efeitos especiais quando a história é fraca. Com o Capitão América, nós temos uma grande história os efeitos especiais servem apenas como complementação do todo. Mais do que tudo, quero que todos na platéia entrem na realidade alternativa dos anos 1940, curtam o passeio e quando sairem do cinema saiam cantando a música do filme. Pois este filme é pura diversão

Matéria: ComicBookMovie

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Uma resposta para Entrevista com o diretor Joe Johnston – Capitão América

  1. Anonymous disse:

    Entrevista fantástica parabéns a vocês.

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